Bistrô

Óbvio é um lugar que não existe

08 Jun 2011

Da série, “BISTRÔ PLANNING CONVIDA”, contamos novamente com a participação do amigo Luis Marcelo Mendes, ex-aluno, fundador da Tecnopop, hoje consultor e que está aqui com a gente, bebendo uma taça de Shiraz ­ e fazendo ótimas provocações.

Em minhas pesquisas para finalizar o projeto  “O FATOR VDM: UM GUIA ANTI-DESASTRES EM PROJETOS CRIATIVOS PARA PROFISSIONAIS/CIENTES”, topei com esse interessante livro que merece estar na cabeceira dos planners de plantão: “Everything is Obvious*Once you know de aswer”.

Duncan Watts mostra como a prática do senso comum e da história conspiram para nos fazer pensar que entendemos à beça sobre o mundo do comportamento humano. Com isso, se abraça o óbvio para implantar mudanças superficiais ou atirar no alvo errado. Seguindo pelo caminho mais longo e não pelo atalho, o raciocínio de marca requer investigação profunda e questionamento do senso comum para se pensar lacanianamente lá onde o cliente não pensa pensar.   Escreve Duncan: “The sad fact is that we’re actually much better at planning the flight path of an interplanetary rocket than we are at managing the economy, merging two corporations, or even predicting how many copies of a book will sell. So why is it that rocket science seems hard, whereas problems having to do with people—which arguably are much harder—seem like they ought to be just a matter of common sense?”

Esse é preto 17 da roleta que, paradoxalmente, quando relevado ao cliente num projeto de branding surge como algo óbvio e ululante,

Prefácio do livro em PDF.

 

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2 respostas para “Óbvio é um lugar que não existe”

  1. Branca Lee disse:

    Luis, você é um cara que sempre traz para a gente o olhar diferente, que depois de visto vira o óbvio. è muito bom ter você por aqui!

  2. Holy molly. Isso é que é um comentário legal, para levantar o astral depois de um dia duro.

    Obrigado, Branca. É muito bom estar aqui com vocês.

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